quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Que tipo de Bridget você é?

Bridget Jones... Quem não ouviu ao menos uma menção ao seu nome?

Uma personagem caricata que através das mãos (e pensamentos) de Helen Fielding abriu espaço para um filão de livros: o da heroína romântica e estabanada... isto é, a Cinderela mordena, que continua em busca do príncipe encantado, e, com final feliz de sempre!

Atrás do sucesso de Helen Fielding, vieram inúmeras outras escritoras e a explosão do “chick lit”, o estilo literário que tem por mérito explorar com muito humor as inquietações das mulheres em relação à carreira, auto-imagem, relacionamentos e auto-estima, gerando identificação imediata e fazendo as leitoras rirem de si mesmas.

Voltando a Bridget...

É uma personagem que cativa por ser normal. A confusa, ansiosa e graciosamente neurótica Bridget é um patrimônio britânico por excelência, dos hábitos prejudiciais à saúde (como o de asfixiar as mágoas com doses cavalares de tabaco) ao senso de humor debochado – cuja vítima mais freqüente é ela mesma.

Bridget é uma mulher de 30 anos, solteira, que trabalha e reside em Londres e gosta de se divertir em pubs, bares e restaurantes. Ela faz confidências aos seus amigos, mantém um diário, está sempre de olho no seu peso flutuante, às voltas com dietas adiadas e anotando as calorias do dia. Ela também é insegura em relação ao que o futuro lhe reserva.

Não é gorda, mas adoraria ser mais magra. Da sua lista de resoluções consta parar de fumar, de beber, de não esquecer de lavar a roupa suja e nem perder tempo vendo novelas ou tentando adivinhar onde largou as chaves de casa.

Atire a primeira pedra quem nunca suspirou lendo/assistindo uma passagem de sua vida! Ou quem nunca esteve no seu lugar!

Afinal, quem nunca acreditou num sapo encantado ou brigou com a balança e fez as pazes comemorando com chocolate? E aqueles papos que só se têm com a melhor amiga? E os pensamentos que mal se admitem pra si mesma? Quem nunca ficou horas olhando para o telefone rezando para ele tocar? Ou se dividiu entre fazer uma poupança ou ceder à tentação de usar o limite do cartão numa terapia de shopping? Quem nunca leu algo na área da auto-ajuda, mesmo que para criticar ou dar uma boa risada?

Sem falar em momentos mágicos como conseguir entrar de novo naquele jeans velho, receber uma promoção no trabalho ou, ainda, linda e poderosa, encontrar com o ex na balada.

Bridget tem ainda o dom da gafe: sabe escolher como ninguém a hora errada de dizer a coisa errada, em suma, é um modelo de desorganização e o alvo perfeito para guias de auto-ajuda na linha de Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus.



Sim, eu li os livros, e sim, eu assisti aos filmes... mas o responsável por esse falatório todo esta brincadeira:

http://br.geocities.com/bridgetjonescleaver/

Divirta-se e veja que tipo de Bridget você é!

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