sábado, 16 de janeiro de 2010

... mas não se apega!

Essas coisas estranhas que acontecem…
De terça a sábado passado, dia de ir para rodoviária, foi-se num piscar de olhos... Já de domingo a segunda dessa semana, dia que o telefone tocou pela primeira vez, foi uma eternidade!
E aí, surpresa! Tem toda uma falta de ar pelo caminho, uma vontade de colo que nunca passa, um jeito de olhar que consegue deixar sem graça e... toda, toda uma confusão que se complica ainda mais cada dia que passa!
Malditas ou benditas Heineken’s? E o que explicaria o jeito de se portar, de andar na rua, de não me importar com a quantidade de horas dormidas, de acordar repetidas vezes em conjunto? O que explicaria a simplicidade dos atos, a habitualidade?
E de cogitar a vontade louca de mudar realmente para um local longe do litoral? De esquecer oito meses de insanidade mineira? De dominar o mundo a quatro mãos?


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Você não pode ter medo de um vegetal! (por Baby Patolino)