sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Murphy e suas sombrinhas #13

Então, ontem, fui dar uma voltinha no centro de Criciúmã e ver como as coisas NÃO tinham mudado.
Quando estava prestes a sair, minha mãe me informou que a previsão era de chuva. Mas, se você olhasse pela janela, veria um céu de brigadeiro, além dos 40 graus. Sugestão de slogan para o verão: "Criciúma, o inferno está mais perto do que se pensa!" É um calor insuportável. #prontofalei
Ok, vamos pegar uma sombrinha. As opções: 
a) uma gigante, que se eu levasse não choveria;
b) uma pequena que caberia na bolsa. 
Entretanto, a estampa super cafona chamava minha atenção: teria minha mãe comprado essa coisa horrível ou estava dando sopa na loja num dia de chuva? 
Realmente choveu. Começou com uns pinguinhos marotos, mas assim que me vi totalmente desprotegida de marquises e telhados, ela desabou.
Eram duas pessoas para a mini-sombrinha e um espaço de cem metros a percorrer. Abrimos:
1. quando aberta, um varão já veio sem o tecido;
2. abriu só dois "espacinhos" de ferro, quando tentamos abrir o terceiro: um ficou com o cabo e o primeiro espaço e o outro, com o restante da sombrinha.
Obviamente, após essa tragicomédia, a sombrinha começou a virar por causa do vento.
Caimos na risada, afinal, o que nos restava, além de ficar ensopados?
Ah, resposta: B.

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Você não pode ter medo de um vegetal! (por Baby Patolino)