segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Quem sabe uma bicicleta? #15



Ai, ai... o amor! A causa de me fazer em plena férias no centro escaldante de Criciúma e Tubarão em busca de vestes adequadas, de acordar às sete da manhã de um sábado de férias para ir ao salão fazer cabelo/maquiagem/unhas, de pagar uma van às duas horas da tarde de Criciúma para chegar às nove em Floripa... Ai, ai... o amor!


Além de errarmos o caminho, conseguimos a proeza-mor de entrar no casamento errado. Mas, também, quem mandou ter duas igrejas com casamento no mesmo quarteirão e com dois tio Nilson na frente delas? Anyway, tudo resolvido, nenhum barraco na cerimônia = time party!!!


No fim, a festa foi ótima, esqueci todo o estresse semanal junto com Marcelo, meu querido primo Dé e o nosso super amigo Johnnie.

Dias depois, li uma declaração da noiva que dizia algo como "nunca ter sonhado em ter uma carreira brilhante, mas, sim, casar com alguém que amasse." Num primeiro momento, senti algo revoltante e desacatador crescer dentro de mim. Tive vontade de discursar sobre profissões e feminismo e todo um blábláblá. Depois, superei. Superei e senti inveja. Pura, simples e profunda inveja. Não da noiva em si. Mas, da situação. De conseguir se enquadrar nessa situação, sabe? Acho que seria mais fácil, casar, ter filhos, nunca sair da cidade natal e finito (falando de forma super simplificada e romanceada). Porém, eu nunca ia conseguir me adaptar a isso. (In?) Felizmente. Eu tive que sair ciganeando por aí, a procura do meu lugar no mundo e atrás de uma profissão que me realize, para daí sim, se der tempo, pensar em ter uma família, filhos, e toda aquela história… Mas, por enquanto, ainda estou bem longe desse romance todo...

2 comentários:

  1. a gente está mais perto do que imagina desse romance todo :p

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  2. Talvez... mas o fato de ter saído em busca de mais, me conforta um pouco, se eu virar uma romântica incorrigível...

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Você não pode ter medo de um vegetal! (por Baby Patolino)